quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nossa, saudade de escrever alguma coisa aqui.
Acho que a vida tá tão tranquila que me faltam palavras.
Devia ser o contrário. Será?

Decididamente, a maturidade faz um bem danado ao ser humano.
Porque, há alguns anos, eu estaria tão melancólica que seria um tédio.
E sei bem que isso decorre de tantas coisas já vividas que só umas velinhas
a mais no bolo podem corroborar.

Já que faltam alguns meses para os 31, estou fazendo exames de
rotina pra saber se está tudo bem.
Vou fazer inglês (até que enfim!) e vou fazer projeto pra entrar
na ECA.
Meu coração está quieto.
E feliz.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Zeca Baleiro - Quase nada

De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho

Será um atalho
ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
pra toda fome
que há no mundo

Noite alta que revele
um passeio pela pele
Dia claro madrugada
De nós dois não sei mais nada

(...)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Por que o ciúme existe?

quarta-feira, 23 de junho de 2010

você
moreno bonito
de terno e bom perfume
que se sentou
ao meu lado
no ônibus
hoje
e
dor miu

será
que foi deselegante
não te oferecer
meu colo
para sua cabeça
recostar?

terça-feira, 22 de junho de 2010

Constatações

* A geração do twitter quer se expressar a todo momento. Ontem, enquanto eu caminhava na esteira de casa e assistia ao jogo da Copa, tive um pensamento que achei que seria importantíssimo compartilhar... Mas estava na esteira, com o pc desligado. Que decepção. Acabei postando à tarde, quando, talvez, alguém pudesse ter tido a mesma ideia que eu e postado direto do Ipod...

* Eu gosto mesmo de futebol. Sem nenhum preconceito ou ressentimento. Cresci ouvindo meu pai torcendo pelo Timão e assimilei não somente o gosto pelo time, mas o gosto pelo mundo da Jabulani. Pulo, grito mesmo, converso com quem gosta e não ligo por ser menina.

* Os meus amigos são fundamentais em minha vida. O trabalho e o estudo são legais, mas sem meus amigos, a coisa iria pro brejo. Amigos são também minha família (e, também, minha mãe e irmã e irmão são meus amigos). Desde aqueles que eu não consigo falar há meses, àqueles que eu falo quase todos os dias; desde aqueles que já foram meus amores, àqueles que custei pra querer ficar perto; alguns eu conheço só de orkut, já outros eu sei até o que pensa pelo olhar; com uns, eu quero é estar perto pra cerveja e pro riso alto, e com outros, derramo meu coração quando preciso. Mas todos, com suas diferenças, se identificam comigo, de alguma maneira.

* A vida é simples. Por que eu a complico tanto?

* O amor, aquele bichinho de pelúcia, acumula ácaros, se você não o lavar de vez em quando.

* Se eu quero um novo amor, preciso desocupar o espaço do velho amor. Só eu posso fazer isso.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

sábado, 12 de junho de 2010

Do show do Dia dos Namorados sem namorado

Um frio daqueles de só querer cobertas.
Me arrumei e fui.
Cheguei ao Sesc Pompeia (adoro aquele lugar) e pedi um capucchino+pão de queijo, pra esquentar um pouco.

Lá no Sesc há dois lugares para shows - a cervejaria e o teatro. Fui parar no lugar errado. Briguei com o carinha que me deixou entrar no lugar errado. Fui para o lugar certo quase em cima da hora de começar o show. Achei que tinha estragado minha noite.

Enganei-me. Impossível não sentir aconchego na voz doce de Mônica Salmasso + flautas do Teco Cardoso + piano do Nelson Ayres. Eles foram minha companhia nesta noite gelada. Gelada só por fora, pois saí com a alma super aquecida. Ainda ganhei um bem-casado no fim do show. Perfeito.

Feliz Dia dos Namorados sem namorado.